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PROJETOS

Em desenvolvimento

Longa metragem de ficção 

O Último Juruá

Decolonizing the futurist imagination

Non-indigenous people have disappeared from the Earth. In a Guarani village, a child is rescued alive.

After an inexplicable event that extinguishes humanity, only the original peoples remain on Earth. In the chaos of the collapse, César, one of the last juruá (non-indigenous people), abandons his newborn son in the Jaraguá Indigenous Territory. Adopted by a Guarani community, the boy is named Wera and grows up immersed in a culture that resists while the world around him falls apart.

 

Without the support of the city, the Guarani face hunger and scarcity, but reorganize themselves based on ancestral knowledge. Wera, however, has a frail body that prevents him from becoming a xondaro, the Guarani warrior. Even so, secretly trained by Jera, his great ally, he defies his own destiny. When the village shaman receives a prophetic dream revealing that Nhanderu left a message in the "empty city"—the old São Paulo—three xondaros are chosen for a decisive mission. Against all rules, Wera claims his place, asserting that identity is not origin, but belonging.

 

While the Guarani establish contact with other indigenous peoples of the world through water sources, discovering that the regeneration of the Earth is global, a secret comes to light: Jera is pregnant with Wera. On a full moon night, a girl with red skin and blue eyes is born—the synthesis of two worlds and the symbol of a new future.

Descolonizando a imaginação futurista

Povos não indígenas desapareceram da Terra. Em uma aldeia Guarani, uma criança é resgatada com vida.

Após um evento inexplicável que extingue a humanidade, apenas os povos originários permanecem na Terra. No caos do colapso, César, um dos últimos juruás (não indígenas), abandona seu filho recém-nascido no Território Indígena Jaraguá. Adotado por uma comunidade Guarani, o menino recebe o nome de Wera e cresce imerso em uma cultura que resiste enquanto o mundo ao seu redor desmorona.

Sem o apoio da cidade, os Guarani enfrentam a fome e a escassez, mas se reorganizam com base no conhecimento ancestral. Wera, porém, tem um corpo frágil que o impede de se tornar um xondaro, o guerreiro Guarani. Mesmo assim, secretamente treinado por Jera, seu grande aliado, ele desafia o próprio destino. Quando o xamã da aldeia recebe um sonho profético revelando que Nhanderu deixou uma mensagem na "cidade vazia" — a antiga São Paulo — três xondaros são escolhidos para uma missão decisiva. Contra todas as regras, Wera reivindica seu lugar, afirmando que a identidade não é a origem, mas o pertencimento.

Enquanto os Guarani estabelecem contato com outros povos indígenas do mundo através de fontes de água, descobrindo que a regeneração da Terra é global, um segredo vem à tona: Jera está grávida de Wera. Numa noite de lua cheia, nasce uma menina de pele vermelha e olhos azuis — a síntese de dois mundos e o símbolo de um novo futuro.

Série documental

Sou Moderno Sou Índigena

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What if Indigenous peoples occupied all spaces and territories?

I Am Modern, I Am Indigenous stems from this question.

Because Indigenous peoples do not belong to the past.

They occupy the present and build the future now.

"I Am Modern, I Am Indigenous" is a documentary series that follows Indigenous men and women active in Brazil today. Artists, researchers, communicators, leaders, and creators who move between traditional territories and the urban world. In episodes guided by the characters themselves, the series reveals how ancestry, spirituality, and original culture coexist with the technologies, languages, and practices of the contemporary world. By provoking an encounter between worlds, the series deconstructs stereotypes, affirms Indigenous power in the present, and proposes a decolonized perspective on identity, belonging, and the future.

E se os indígenas ocupassem todos os espaços e territórios?

Sou Moderno, Sou Indígena nasce dessa pergunta.

Porque os povos indígenas não pertencem ao passado.

Eles ocupam o presente e constroem o futuro agora.

Sou Moderno, Sou Indígena é uma série documental que acompanha homens e mulheres indígenas ativos no Brasil de hoje. Artistas, pesquisadores, comunicadores, líderes e criadores que transitam entre territórios tradicionais e o universo urbano. Em episódios guiados pelos próprios personagens, a série revela como ancestralidade, espiritualidade e cultura originária convivem com tecnologias, linguagens e práticas do mundo contemporâneo. Ao provocar o encontro entre mundos, a série desconstrói estereótipos, afirma a potência indígena no presente e propõe um olhar descolonizado sobre identidade, pertencimento e futuro.

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PICPEK E SUA TURMA

Série animação

ANCESTROFUTURISMO

 

Sinopse

 

Picpek e Sua TurmaEm um universo vibrante onde tecnologia e sabedoria ancestral coexistem em harmonia, Picpek e sua Turma formam uma equipe de jovens guardiões intergalácticos responsáveis por proteger planetas ameaçados pelo desequilíbrio ambiental. Sempre que um ecossistema entra em colapso, um chamado ecoa pelo cosmos e é a Turma que entra em ação.Cada missão leva os heróis a mundos surpreendentes, com florestas luminosas, oceanos voadores e cidades orgânicas, onde precisam compreender a origem do problema antes de agir. Em vez de combater inimigos, Picpek e seus amigos aprendem a escutar a natureza, colaborar entre si e criar soluções inventivas que restauram o equilíbrio dos planetas.Do alto do Monte Haux, a sábia Mestre Marina da Mata observa e orienta o grupo, oferecendo pistas e ensinamentos que conectam ciência, imaginação e conhecimento ancestral. Com humor visual, música e aventuras cheias de descobertas, a série apresenta conceitos ambientais de forma lúdica e acessível.Voltada para crianças de 5 a 8 anos, Picpek e sua Turma estimula valores como cooperação, respeito à diversidade, cuidado com o meio ambiente e pensamento criativo, convidando o público infantil a se reconhecer como guardião do planeta e do universo..

2026 Laranjeiras

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